quarta-feira, 17 de maio de 2017

Quer saber mais sobre museus?

Museu do Louvre Pau Brazyl
Louvre Pau Brasil - versão abreviada
Para versão na íntegra - entre em contato

Sobre a exposição - Museu Louvre Pau Brasil

Entrevista Ana Mae Barbosa: Os museus no Brasil não são democráticos
Os museus no Brasil não são democráticos

Texto: VALENTE, Maria Esther. O museu da ciência: espaço da história da ciência. Ciência & Educação, v. 11, n. 1, p. 53-62, 2005
O Museu da Ciência - Valente - clique aqui

sexta-feira, 28 de abril de 2017

O GPS tem o prazer de apoiar e divulgar o:

I Congresso de Estudos da Infância -

Diálogos Contemporâneos

08-10 de agosto de 2017

DEDI/UERJ/Campus Maracanã


Clique aqui para conferir
A ciência, sua racionalidade e os governos 

Maria Graça Jacintho Setton e Cláudia Pereira Vianna

Editorial 

Educação e Pesquisa

Print version ISSN 1517-9702
On-line version ISSN 1678-4634

Educ. Pesqui. vol.42 no.3 São Paulo July/Sept. 2016

http://dx.doi.org/10.1590/S1517-970220164203001 


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022016000300581&lng=en&nrm=iso&tlng=pt&ORIGINALLANG=pt
Seminário Mensal da Pós-Graduação: 

 “Crianças de escola e desigualdades sociais. Primeiras socializações de crianças de 5-6 anos

Prof. Dr. Bernard Lahire (École Normale Supérieure de Lyon e Diretor da equipe Dispositions, Pouvoirs, Cultures, Socialisations do Centre Max Weber - CNRS)

Dia 08/05/2017, às 16:00 horas, no Auditório da Faculdade de Educação da USP

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Olá! 
A plataforma UNA está com chamamento aberto para mapeamento de iniciativas voltadas à equidade de gênero. Talvez interesse à sua rede ou aos projetos onde atuam. Pelo que acompanhei no edital é possível cadastrar iniciativas acadêmicas / pesquisa.
Beijos, 


Assunto: ONU Mulheres, Womanity Foundation e BrazilFoundation convidam sua organização  para integrar a Plataforma UNA

A ONU Mulheres, Womanity Foundation e BrazilFoundation, em parceria com o Instituto C&A, lançaram o mapeamento para a Plataforma UNA, que visa mapear o ecossistema de iniciativas para equidade de gênero e empoderamento da mulher no país.

O objetivo é reunir, em uma plataforma online unificada e de fácil acesso, informações relevantes e estratégicas sobre iniciativas que lidam com questões relacionadas a gênero, bem como as relações entre elas, para fomentar interconexões e acelerar os resultados deste ecossistema.

Nesta fase, convidamos organizações e iniciativas de todo o Brasil que atuam na temática para se cadastrarem e fazer parte deste mapeamento (vide perfil que estamos buscando abaixo). Para isso, é necessário preencher o questionário disponível em http://ecossistemamulheres.azurewebsites.net/

O questionário é de fácil preenchimento, sendo em grande parte formado por perguntas de múltipla escolha. O tempo previsto é de no máximo 30 minutos. Sugerimos a utilização dos navegadores Google Chrome ou Firefox para melhor experiência no preenchimento do questionário.

Para garantir a segurança dos dados em sua adesão é necessário que você cadastre um login e senha antes de prosseguir para o preenchimento do questionário. É importante memorizar estes dados pois o cadastro de sua organização ou iniciativa estará vinculado a ele. Você também poderá usar o login e senha para visualizar ou editar as informações cadastradas posteriormente. O seu perfil será mantido após o lançamento oficial da plataforma.

Podem se cadastrar na plataforma as seguintes iniciativas e organizações, que trabalhem com a temática de equidade de gênero e empoderamento da mulher de maneira declarada em sua missão, eixos temáticos e/ou estratégias:

      Organizações da área social especializadas/com projetos no tema mulher;
      Organizações multilaterais (BID, Banco Mundial, Sistema ONU etc.);
      Movimentos sociais;
      Redes sociais;
      Grupos e coletivos de mulheres;
      Secretarias e órgãos de governo (federal, estadual e municipal);
      Think tanks que focam ou tangenciam a temática;
      Departamentos ligados aos Poderes Legislativo e ao Judiciário;
      Departamentos de relações internacionais de outros países no Brasil (embaixadas, câmaras de comércio bilaterais, etc.), desde que desenvolvam ação em território brasileiro com independência;
      Organizações do Sistema S;
      Associações, fundações e conselhos setoriais (CNI, Fiesp, etc.);
      Sindicatos;
      Organizações de fomento à pesquisa (CNPq, Fapesp, etc.);
      Academia;
      Imprensa e órgãos de comunicação focados na temática;
      Redes de fomento relacionadas ao tema (exemplo: Mulheres do Brasil e Rede de Mulheres Líderes pela Sustentabilidade);
      Empresas com ações e projetos focados no público feminino ou com investimentos nessa temática (micro, pequeno, médio a grande portes);
      Institutos e fundações empresariais (responsabilidade social e investimento social privado);
      Organizações que fomentam o empreendedorismo feminino;
      Bancos e fundos de investimento;
      Consultorias e empresas de pesquisa.

Caso haja dúvidas, nossos canais de comunicação são:
E-mail:
mapamulheres@ponteaponte.com.br e
Telefone: (11) 3129.7265 (disponível de segunda à sexta-feira, das 10h00 às 17h) - falar com Alan Silva

Agradecemos a sua participação!

Um abraço,
Grupo executivo
Blossom, IBEAC e ponteAponte

sábado, 18 de março de 2017

Confira nova publicação de Adriane Knoblauch e Marieta Penna

Socialização familiar e formação de professoras: o gênero em questão

Adriane Knoblauch, Marieta Gouvêa de Oliveira Penna

Resumo


Apresenta dados sobre socialização familiar e profissional de professoras dos anos iniciais do Ensino Fundamental, objetivando problematizar aspectos das relações de gênero presentes nas práticas docentes e sedimentadas como cultura escolar. A análise dos dados, coletados por meio de entrevistas, fundamentada em Pierre Bourdieu, aponta para a construção da feminilidade marcada pela submissão ao universo masculino, constituindo facetas do habitus expresso na valorização da docência como atividade vocacionada e feminina, bem como em práticas disciplinadoras e moralizantes dos alunos. A memória de antigas professoras foi marcada por eventos de carinho e cuidado, orientando escolhas didáticas.

Palavras-chave


Formação docente. Habitus. Gênero.

Texto Completo : Clique aqui

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Adriana Dantas e Gabriela Valente deram ainda mais vida para a leitura e discussão coletiva do livro 
"Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos" organizado por Marta Arretche (2015).
Convido à leitura da resenha recentemente publicada - 

A educação nas trajetórias das desigualdades

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

É com muita alegria que divulgamos o 

"Seminário Internacional: Infâncias Sulamericanas - Crianças nas Cidades, Políticas e Participação"  

que acontecerá em março de 2017 na FEUSP.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Participação do GPS no:


Dia 19 de novembro de 2016


Resumo do evento:
           Qual é o papel dos jovens na constituição dos movimentos religiosos brasileiros? Como esses jovens participam de grupos cristãos e de que maneira sua participação nesses grupos impacta a dinâmica de seu funcionamento? De que modos esses jovens estabelecem seus laços de socialização nos espaços religiosos da sociedade brasileira contemporânea? Como um olhar para a história desses movimentos de jovens religiosos pode nos ajudar a compreender os processos atuais? Estas questões motivam o Grupo de Estudos História da Educação e Religião a propor este quarto encontro, pensando nas relações entre a juventude e a religião e seus espaços de socialização. Conferências A socialização religiosa contemporânea: o caso do Brasil Prof.ª Dr.ª Maria da Graça Jacintho Setton (USP) Juventude e cultura: circulação e vínculos religiosos na cidade Prof. Dr. Elias Evangelista Gomes (Unifal-MG) Juventude e Teologia da Libertação: entre a revolução e a institucionalidade Prof. Dr. Allan da Silva Coelho (Unimep).



sábado, 5 de novembro de 2016

Entre faltas e estrelas: controle e disciplina no processo de socialização profissional de professoras
É o título da nova publicação de Adriane Knoblauch.
Para quem se interessa por análises bourdieusianas sobre a prática escolar, fica o convite à leitura.
Vale conferir!