segunda-feira, 23 de abril de 2018

Chamada Jornal de Sociologia da Educação


Estimados colegas,


O tema do simpósio do próximo número do Jornal de Sociologia da Educação
é: «Fazer sociologia fora da academia: artes e ossos do ofício». Apelamos
ao envio de contribuições até 28 de maio e à divulgação da call que se
encontra disponível no sítio do Jornal, em:
Mantém-se aberta, em permanência, a recepção de contribuições para as
restantes rubricas do Jornal (https://jornalsocedu.wordpress.com/sobre)

Saudações cordiais.
Coordenação da secção de Sociologia da Educação
APS

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Chamada InterMeio / 2019

REVISTA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL 

Caros/as pesquisadores/as,

A revista InterMeio acaba de abrir chamada de artigos para o dossiê de janeiro-junho de 2019. A Comissão Editorial elegeu como tema O CAMPO DAS PESQUISAS EM EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLOGIA FRANCESA. 

Diante disso, como Organizadores, convidamos V.S.ª a nos enviar, no período entre 15/05/2018 a 31/11/2018, artigo de sua autoria relacionado ao tema proposto. 

Ementa: Os artigos a serem apresentados poderão abordar uma ou várias dimensões do campo da educação na sua vertente institucional e/ ou individual; poderão explicitar discussões de natureza teórica e/ou metodológica; bem como poderão circunscrever as dimensões culturais e sociais da educação, tomando como foco as contribuições da sociologia francesa. A intenção é identificar e analisar de forma transversal a multiplicidade de objetos no interior deste campo. 

DIRETRIZES PARA AUTORES: 
a) As contribuições devem ser enviadas diretamente pelo sistema de submissão do periódico, http://seer.ufms.br/index.php/intm/index, ou ou para os e-mails: gracaset@usp.br ou fabiany.tavares@ufms.br em formato Word, com extensões “doc” ou “docx”. 
Em caso de dificuldades técnicas, por favor, entre em contato conosco por meio do e-mail: intermeio.faed@ufms.br 

b) Só serão aceitos trabalhos enviados com as devidas revisões, tanto no que se refere às normas da ABNT, quanto às da Língua Portuguesa padrão. Não teremos como fazer revisão gramatical/textual, da adequação aos códigos da escrita acadêmica, logo, essa questão é de inteira responsabilidades dos autores. Cabe destacar, que a tradução de título, biografia e resumo para a língua estrangeira são também de responsabilidade do(s) autor(es). 

Normas: não deve exceder a 25 páginas, aproximadamente, digitadas em espaço 1,5, margem 2,5 cm através de editor de texto Word para Windows, fonte Times New Roman, corpo 12. Em caso excepcional o texto poderá ultrapassar as 25 (vinte e cinco) páginas, sendo necessária a apresentação de justificativas. O número mínimo é de 15 páginas. Todas os artigos devem ser antecedidos do título e resumo em português e inglês, que não deve ultrapassar 200 (palavras), com indicação de 3 (três) a 5 (cinco) palavraschave (keywords). 

c) O artigo deverá ser enviado sem qualquer identificação de autoria no documento anexado, pois autoria e coautorias devem ser indicadas no cadastro do texto. A biografia deve ter de 3 a 4 linhas e ser incluída apenas no sistema, contendo o vínculo institucional e as formações acadêmica e/ou artística. Não serão aceitos artigos de Bolsistas de Iniciação Científica e Mestrandos, mesmo que tenham sido escritos em coautoria com seus orientadores. 

PREVISÃO NUMÉRICA DE ARTIGOS 
Para a composição do dossiê: 6 artigos limite mínimo e, 12 limite máximo. 

INDICAÇÕES GERAIS 
Considerando a proposição de organização, os “convidados” não terão seus artigos avaliados, pois entendemos tratar-se de reconhecimento da qualidade de sua contribuição. 

Organizadoras 
Fabiany de Cássia Tavares Silva                                    Maria da Graça Jacintho Setton
Faculdade de Educação - UFMS                                     Faculdade de Educação - USP

segunda-feira, 9 de abril de 2018

CLACSO Recomenda

CLACSO RECOMIENDA
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Divulgação - Diploma:

Divulgação - Diploma:

Educación, imágenes y medios en la cultura digital

Presentación
Uno de los fenómenos culturales más significativos de la segunda mitad del siglo XX, ha sido sin lugar a dudas la revolución en las comunicaciones y su impacto tanto en el espacio social e institucional como en la vida privada de las personas. Desde entonces, el creciente predominio de las industrias culturales masivas y de las nuevas tecnologías digitales en la producción, circulación y consumo de los bienes simbólicos, han llevado a una inevitable transformación (y crisis) de las culturas y de las identidades.
Vivimos en una época en la que, al parecer, todo podría llegar a ser visto, mostrado, exhibido, lo que estaría dando cuenta del predominio de lo visual por sobre otros registros de la experiencia humana. Mientras que las imágenes se multiplican y las prácticas de ver se complejizan, la voluntad de mirar convive con cierta descalificación y desconfianza ante la cultura visual: las imágenes son, por momentos, sobrevaloradas e idolatradas, como si pudieran explicarlo todo, y en otras ocasiones, infravaloradas y demonizadas como las culpables de todos nuestros males.
En un contexto en el que la socialización de la mayoría de los niños y jóvenes está estrechamente vinculada a las industrias culturales y, en particular, a los medios masivos de comunicación, resulta indispensable actualizar las herramientas de análisis que contribuyan a la comprensión de sus nuevos patrones perceptivos y estéticos y los consecuentes cambios en las modalidades de apropiación simbólica del mundo.
Estas transformaciones indudablemente ponen en tensión a un espacio escolar que debe adecuarse a nuevas claves culturales estrechamente vinculadas al mundo de las imágenes, a nuevas estéticas (a menudo caracterizadas por la inestabilidad y la mutabilidad) y a la transformación, también, en las propias estructuras del conocimiento.
Los medios y las imágenes moldean las prácticas sociales de este nuevo siglo, y no solamente no son aliados al sistema educativo sino que lo interpelan e interrogan. Es necesario superar la posición defensiva de la escuela frente a los medios. Esto no implica el abandono de los campos tradicionales del aprendizaje, sino la aceptación de que los jóvenes viven en un mundo cultural, estético e informativo que se ha extendido y ha mutado notablemente.
A nuestro entender, para iniciar un diálogo con el mundo juvenil de las imágenes debemos empezar por reconocer que muchos somos analfabetos audiovisuales. Por otra parte, se trata de aceptar que el mundo de las videoculturas, ligado absolutamente a la dinámica de la industria capitalista de fin de siglo, continuará su marcha con o sin el visto bueno de las instituciones educativas, y que los jóvenes seguirán sometidos a las pautas de la cultura de la imagen mientras no cambie el paradigma dominante del conocimiento actual.
Una pedagogía de la imagen no se restringe a incorporar a los medios audiovisuales como meros auxiliares para la tarea escolar. El problema es mucho más arduo que el de la simple incorporación de equipamiento. Tampoco supone que la acción educativa se reduzca a “desmistificar” los mecanismos de la seducción mediática. Una pedagogía de la imagen parte de reconocer que los medios conllevan ciertos lenguajes y formas culturales que le son propias, y nos introduce en la comprensión de sus reglas. Además, nos obliga a preguntarnos por el poder de las imágenes en el mundo contemporáneo, indagando cómo se producen socialmente visibilidades e invisibilidades. Las imágenes y los medios instalan nuevos problemas que hacen al vínculo de los sujetos con el mundo, y que involucran aspectos racionales pero también estéticos y emocionales. La escuela ya no puede estar al margen de estas interrogaciones.
Propósitos:
  • Impulsar una formación de posgrado en el campo interdisciplinario que vincula la educación con los medios de comunicación y la producción, circulación y consumo de imágenes. Se busca satisfacer las demandas de fortalecimiento del quehacer de los docentes y de las escuelas en un contexto de profundos cambios económicos, sociales, culturales y tecnológicos.
  • Recuperar los aportes de estudios e investigaciones que dan cuenta de los debates actuales sobre imágenes, medios y educación, y poner estas contribuciones a disposición de los docentes latinoamericanos.
  • Superar los abordajes especializados, ofreciendo una mirada amplia y articulada del campo de la educación y los medios.
  • Estimular la construcción de nuevos saberes y estrategias de intervención en el ámbito de la educación y los medios, frente a los cambios globales y a las particularidades propias de cada contexto.

segunda-feira, 19 de março de 2018

SOBRE A MORTE DE MARIELLE FRANCO

 SOBRE A MORTE DE MARIELLE FRANCO
A APS manifesta o seu mais vivo repúdio pelo assassinato chocante, covarde e atroz da colega Marielle Franco, socióloga formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e a quinta vereadora mais votada da mesma cidade.
Negra, lésbica e favelada, mãe adolescente, desde cedo ergueu a sua voz contra as injustiças raciais, de classe e de género na sua cidade e no seu país, contestando corajosamente a ação terrorista da polícia militar e das milícias de extrema direita.
Não há latitude nem longitude para os direitos humanos. Não há latitude nem longitude para a indignação.
A APS junta a sua voz a tantos e tantas que, em Portugal, no Brasil e pelo mundo fora, dizem “basta!” às execuções sumárias e à violência desumana.
A Direcção da Associação Portuguesa de Sociologia
João Teixeira Lopes
Presidente

sábado, 10 de março de 2018

EXAME DE QUALIFICAÇÃO - JOSINEIDE ALVES DA SILVA


EXAME DE QUALIFICAÇÃO - JOSINEIDE ALVES DA SILVA – (06/03/2018 FE-USP)
A FORMAÇÃO AUDIOVISUAL (CINEMA) DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM ESTUDO SOBRE AS INICIATIVAS JÁ EXISTENTES

RESUMO

A presente pesquisa objetiva identificar e analisar as iniciativas existentes nos últimos dez anos – 2006 - 2016 – no Brasil, sobre a formação audiovisual dos professores da educação básica. Trata-se de um estudo com ênfase central no cinema, na tentativa de levantar conhecimentos teóricos e práticas didático-pedagógicas elencadas como prioritárias na formação docente na interface cinema e educação.
Tal estudo se justifica tendo em vista a Lei nº 13.006, sancionada em 26 de junho de 2014, que determina a exibição de filmes de produção nacional nas escolas de ensino básico por, no mínimo, duas horas mensais.
Parte-se do pressuposto de que o cinema como objeto da indústria midiática, opera como uma matriz de cultura, e enquanto produção humana pode se destacar como: a) uma linguagem artística produtora de sentido; b) uma técnica de registro, portadora de uma estética/linguagem passível de ser usada como documento sócio histórico; c) além disso, pode se destacar como produção simbólica (apresenta ideologias diversas), permitindo identificar perspectivas filosóficas, históricas e culturais que abrem o diálogo com o público ampliando sua capacidade crítica e criativa. 
Para desenvolver a investigação faremos uma pesquisa documental nas produções acadêmicas registradas em instituições científicas tais como Anped - GT Educação e Comunicação, Anpocs, Intercom, demais instituições e periódicos que cultivam a interface cinema e educação, com base nos trabalhos de Lakatos e Marconi, 2010; Ludke e André, 1986 e outros. 
Cabe lembrar que os estudos bibliográficos centrados em teorias específicas do cinema enquanto mídia/indústria cultural e linguagem para o ensino, explorados por Kellner, 2001; Bordwell & Thompson, 2013; Xavier, 2008; Duarte, 2002; Fresquet, 2013; Napolitano, 2009; Thiel 2009, bem como da Sociologia, mais especificamente as contribuições de Sorlin para a sociologia do cinema, 1994; Fischer, 2007, Setton, 2010 e, sobretudo da Educação Libâneo, 2008; Nóvoa, 2017, Imbernón, 2010; Gadotti, 2005; farão parte do escopo analítico desta investigação. Como resultado, espera-se o conhecimento sistemático das iniciativas sobre formação audiovisual do cinema, a fim de subsidiar a criação de disciplinas na grade curricular nos cursos de Pedagogia.

PALAVRAS-CHAVE: Cinema; Formação audiovisual de professores; Ensino e Aprendizagem.

BANCA:
Prof (a) Dr (a): Maria da Graça Jacintho Setton. Inst. de vínculo:  Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. FE-USP. Depto: Filosofia da Educação e Ciências da Educação. (Orientadora).
Prof (a) Dr (a): Rosália Maria Duarte. Inst. de vínculo: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. PUC-RIO. Depto: Educação.

Prof (a) Dr (a): Claudia de Almeida Mogadouro. Inst. de vínculo: Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. ECA USP. Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC). Depto: Mídia, Informação e Cultura (MIDCULT).


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Resenha do livro “Mérito, Desigualdades e Diferenças: cenários da [in]justiça escolar Brasil e Portugal”

É com grande satisfação que apresentamos uma segunda resenha do livro:  

“Mérito, Desigualdades e Diferenças: cenários da [in]justiça escolar Brasil e Portugal”

SETTON, Maria da Graça Jacinto (org.). Mérito, Desigualdades e Diferenças: cenários de (in)justiça escolar Brasil e Portugal. São Paulo: Annablume, 2017.

Escrito por 
Luiza Turnes (UFSC) 
Julia Larissa Borges Barcella (UFSC) 
Morgana Dreon (UFSC) 

Publicado na Revista Linhas. Florianópolis, jan./abr. 2018.

Acesso ao texto

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Comunicado do Instituto Natura

O Instituto Natura está com 2 editais abertos para o desenvolvimento de estudos.

O primeiro é uma revisão bibliográfica de educação em tempo integral e o segundo um mapeamento de atividades e organizações que trabalhem seguindo os princípios de Comunidade de Aprendizagem (participação da comunidade, praticas inclusivas e diálogo).

Para saber mais, entre em contato com Fernanda Pinho (fernandapinho@natura.net).

Banca de defesa de Paula Reis Bueno

Banca de defesa de Paula Reis Bueno



BUENO, Paula Alexandra Reis.  Socializações de jovens professores nas Licenciaturas em Música do Paraná. 2017. 290 f. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.


Resumo

O objetivo desta pesquisa foi verificar a potência das Licenciaturas em Música em ressocializar o indivíduo em sua formação musical. Propôs-se a verificação de como esta instância socializadora sanciona a composição do habitus e a construção identitária de jovens professores de música. O estudo abrangeu todas as instituições com o curso de Licenciatura em Música na modalidade presencial no Estado do Paraná, região sul do Brasil. A pesquisa contou com cento e sessenta indivíduos investigados na primeira fase (2015), os quais eram estudantes das séries finais do curso; e destes, dezessete indivíduos foram selecionados para uma entrevista em profundidade, concretizada na segunda fase do estudo (2017). A primeira etapa analítica recebeu um tratamento quantitativo, privilegiando a análise descritiva, seguida da Análise de Correspondências Múltiplas (ACM) e da Análise de Clusters. Esta abordagem visou realizar um mapeamento do gosto cultural dos sujeitos da pesquisa revelando diferentes perfis de gostos e práticas. A segunda etapa analítica teve um processamento de caráter qualitativo, e permitiu encontrar pluralidades de formas de socialização no mundo contemporâneo, que promoveram a construção de identidades com disposições híbridas de habitus, forjadas a partir de diversas matrizes de cultura e em interações humanas significativas. As trajetórias de vida foram marcadas pela presença da música, em situações permeadas de afetos, que colaboraram para a construção de uma linguagem na área. Essa linguagem foi sendo aprimorada a cada fase da vida, num tempo vivido, a medida que os acontecimentos permitiram condições de possibilidades. As Licenciaturas em Música do Paraná foram capazes de promover uma percepção mais crítica e reflexiva acerca do universo musical, o que implicou na manutenção, transformação e ruptura de gostos e práticas. Verificou-se também, que essas socializações universitárias corroboraram na construção de identidades profissionais docentes na área da música.  Desta forma, a presente tese corroborou com os estudos sociológicos que buscam demonstrar a dualidade de forças entre estruturas e agentes, entre as realidades materiais e as subjetividades.



Palavras-Chave: Sociologia do Conhecimento. Sociologia da Cultura. Sociologia da Educação. Socialização. Educação Musical.


A banca aprovou, em 07/02/2018, a tese apresentada e defendida pela Paula A. R. Bueno, destacando o domínio teórico e a diversidade de dados empíricos coletados e analisados, sugerindo a publicação do trabalho.

Banca Examinadora



Prof.ª Doutora  Maria da Graça Jacintho Setton
Instituição: Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Professora Titular em Sociologia da Educação pela Faculdade de Educação da USP. Livre-Docente em Sociologia da Educação pela Faculdade de Educação - USP - 2009. Realizou Graduação e Mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982 e 1989) e doutorado em Sociologia pela FFLCH -Universidade de São Paulo (1996Entre os anos de 2010 a 2013 foi coordenadora do GT 14 - Sociologia da Educação da Anped. Atualmente é membro do Comitê Científico desta mesma instituição. É coordenadora do GPS - Grupo Práticas de Socialização Contemporâneas, desde 2003. Em 1997 realizou seu primeiro pós-doc no NUPES - USP. Em 2000, esteve na França (EHESS - Paris), realizando pesquisa de pós-doutoramento. Em 2008, atuando como professora convidada, fez um estágio de pesquisa no Groupe de Recherche sur la Socialisation, na Université Lumière 2 , em Lyon, França e na Universidade de Coimbra, Portugal. Em 2012, esteve na Université Paris-Descartes, Sorbonne, Sciences Humaines et Sociales, com a oportunidade de mais um estágio de pesquisa. Entre agosto de 2012 e abril de 2013, realizou um pós-doc no IFCH- UNICAMP.

Prof.ª Doutora  Jusamara Souza
Instituição: Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutora e Mestre em Educação Musical pela Universität Bremen, Alemanha, é Professora Titular do Departamento de Música, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Desde 1997 tem atuado como professora no curso de Licenciatura em Música e orientadora de Mestrado e Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS. Foi Presidente da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM) nos períodos 2001-2003 e 2003-2005. Atualmente foi reconhecida como Sócia Benemérita da ABEM. De 2000 a 2006 atuou como Editora da Revista em Pauta publicada pelo Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS. Foi Diretora da Editora da UFRGS (2002-2008) e Coordenadora Substituta do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS (2009-2011). Pesquisadora Nível 1 do CNPq, coordena o Grupo de Pesquisa Educação Musical e Cotidiano (EMCO), criado em 1996 e registrado no Diretório de Grupo de Pesquisa do CNPq. Ministrou diversas conferências, palestras e cursos no Brasil, Argentina, Chile, México, Espanha, Portugal e Alemanha. Pela sua experiência na área tem atuado como consultora em diversos órgãos governamentais de apoio à pesquisa como FAPERGS, FAPESP, CAPES e CNPQ.

 

Prof.º Doutor  Alberto Tsuyoshi Ikeda

Instituição: Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
Professor do Instituto de Artes (Aposentado, 2014), da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP - S. Paulo).  Professor-Colaborador, co-responsável, da Disciplina Metodologia da Pesquisa em Música - PPGM-ECA-USP (2014, 2015, 2016, 2017). Professor Co-Orientador do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina, da Universidade de São Paulo - PROLAM/USP (2015, 2016, 2017). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em música e as culturas populares, atuando principalmente nos seguintes temas: música popular brasileira, música popular-tradicional (folclore/etnomúsica), samba, carnaval, folguedos e danças populares, música brasileira e gêneros de música popular brasileira. Criador e coordenador do Grupo de Estudos: Música étnica e popular (Brasil/América Latina), desde 1995. Consultor da Cátedra Kaapora, da Diversidade Cultural e Étnica na Sociedade Brasileira: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC).

Prof.º Doutor Marcus Vinícius Medeiros Pereira
Instituição: Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora

Atual presidente da ABEM (Associação Brasileira de Educação Musical), o doutor Marcus V. M. Pereira possui graduação em Música - Bacharelado em Piano pela Universidade Federal de Minas Gerais (2005), mestrado em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2012). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação musical, atuando principalmente nos seguintes temas: currículo, sociologia da educação musical, e educação musical escolar. Na área da musicologia e da performance musical, seus interesses de investigação são a canção brasileira, e estudos relacionados ao piano.

Prof.º Doutor Rodrigo Pelegrini Ratier
Instituição: Faculdade Cásper Líbero (SP)

Professor do curso de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero (SP). Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (FE-USP), com doutorado-sanduíche na Université Lumière Lyon 2. Pesquisador do Grupo de Pesquisa Práticas de Socialização Contemporâneas (GPS-FEUSP). Editor-executivo da revista Nova Escola. Diretor-suplente da Associação dos Jornalistas de Educação (Jeduca). Possui experiência na área de Educação, com ênfase em Sociologia da Educação, e em Comunicação, com ênfase em Jornalismo de Educação, edição de revistas e jornalismo digital.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Mensagem do X Congresso Português de Sociologia


Prémio de Iniciação à Investigação em Sociologia

Este prémio destina-se a premiar investigadores que estejam inscritos num programa de doutoramento em Portugal, ou que o tenham concluído em Portugal depois de 2015, e que tenham apresentado uma comunicação no X Congresso da qual sejam primeiros autores.
Após o Congresso os participantes que estejam nestas condições serão convidados a enviar o texto completo da comunicação para a APS. Só serão aceites a concurso textos de comunicações que tenham sido apresentadas no Congresso pelo autor. 
Os textos deverão obedecer às normas de publicação da revista Sociologia ON LINE.
Todos os textos recebidos serão avaliados em sistema de blind-referee por um júri constituído por 3 elementos (antigos presidentes da APS), tendo como critérios base de avaliação os utilizados pela revista Sociologia ON LINE.
O prémio, patrocinado por Maxqda/Verbi Software, terá uma componente monetária de 200€, uma licença completa do software MAXQDA e a inscrição no próximo congresso da APS.  O artigo vencedor será publicado num número da revista SOCIOLOGIA ON LINE.
Melhores cumprimentos,
Equipa de gestão
X Congresso Português de Sociologia
congresso-aps@eventqualia.net
+351220035906
https://xcongresso-aps.eventqualia.net